Deslize para descobrir sobre algumas espécies que vivem nas piscinas naturais da Costa dos Corais. Marque EU VI! nos animais que conseguir encontrar. No final, descubra sua pontuação e seu nível de observador.
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Cavalo-marinho
Hippocampus reidi
Se você encontrar um, considere um presente do passeio: pequeno, imóvel e mestre em desaparecer no ambiente.
Cavalo-marinho registrado na faixa de 0 a 10 metros da APA, mas difícil de perceber durante um passeio comum.
O que comePequenos crustáceos e zooplâncton
DefesaCamuflagem e comportamento discreto; prende-se ao substrato com a cauda.
TamanhoGeralmente até cerca de 17 cm
CuriosidadeÉ o macho que carrega os filhotes em uma bolsa incubadora.
A espécie está registrada na APA em águas muito rasas. O encontro é especial principalmente porque sua camuflagem torna o animal difícil de localizar.
Peixe-borboleta-listrado
Chaetodon striatus
As faixas escuras e o amarelo vivo fazem dele um dos peixes mais fáceis de reconhecer no recife.
Costuma nadar sobre recifes rasos, procurando pequenos organismos entre corais e rochas.
O que comePólipos de corais, zoantídeos, pequenos invertebrados e zooplâncton
DefesaFoge rapidamente para fendas e áreas protegidas do recife.
TamanhoAté cerca de 15 cm
CuriosidadePode formar pares e também ser visto em pequenos grupos durante a alimentação.
O focinho estreito ajuda a alcançar pequenos organismos escondidos em frestas. É um peixe muito característico dos recifes tropicais do Atlântico.
Moreia-pintada
Gymnothorax moringa
Só a cabeça costuma aparecer: o restante do corpo permanece escondido dentro da toca.
Peixe de corpo alongado que vive em fendas e cavidades dos recifes.
O que comePeixes, crustáceos e outros animais pequenos
DefesaMordida forte e hábito de permanecer protegida dentro de cavidades.
TamanhoPode chegar a cerca de 1,2 m
CuriosidadeAbrir e fechar a boca ajuda a bombear água pelas brânquias e não significa necessariamente agressividade.
A moreia-pintada tem corpo marmorizado e passa boa parte do dia protegida em frestas.
Peixe-cobra-pintado
Myrichthys ocellatus
Parece uma pequena serpente deslizando sobre o fundo; vê-lo fora de uma toca é um encontro especial.
Peixe alongado e pintado registrado na faixa de águas muito rasas da APA.
O que comePequenos crustáceos e outros animais do fundo
DefesaEnterra-se na areia e se esconde em fendas quando ameaçado.
TamanhoPode chegar a cerca de 1 m, embora normalmente apenas parte do corpo seja percebida
CuriosidadeApesar da aparência de serpente, é um peixe.
Vive associado ao fundo e pode passar despercebido por estar enterrado ou escondido durante boa parte do tempo.
Saberé
Abudefduf saxatilis
Curioso e muito ativo, é um dos peixes que mais se aproxima das pessoas nas piscinas naturais.
Também chamado de sargentinho, costuma aparecer em grupos e é reconhecido pelas barras escuras verticais.
O que comeAlgas, pequenos invertebrados e matéria orgânica
DefesaNada em grupo e procura rapidamente abrigo entre as estruturas do recife.
TamanhoAté cerca de 20 cm
CuriosidadeÉ uma das espécies mais visíveis nas áreas recifais visitadas por turistas.
O saberé é bastante adaptável e costuma nadar perto da superfície. Alimentar os peixes, porém, altera seu comportamento natural e deve ser evitado.
Peixe-cirurgião
Acanthurus chirurgus
Um jardineiro do recife: passa boa parte do dia raspando algas das superfícies.
É comum em águas rasas e pode ser visto sozinho ou em pequenos grupos.
O que comePrincipalmente algas
DefesaPossui lâminas cortantes junto à base da cauda, usadas quando se sente ameaçado.
TamanhoAté cerca de 35 cm
CuriosidadeO nome 'cirurgião' vem justamente dessas pequenas lâminas próximas à cauda.
Ao consumir algas, ajuda a manter espaço disponível no recife para outros organismos.
Peixe-lagarto
Synodus intermedius
Quase imóvel e camuflado sobre o fundo, pode estar à sua frente sem que você perceba.
Predador de fundo registrado em águas muito rasas da APA.
O que comePequenos peixes e crustáceos
DefesaCamuflagem e imobilidade; dispara rapidamente quando caça ou foge.
TamanhoAté cerca de 45 cm
CuriosidadeCostuma esperar a presa parado sobre o fundo, confiando na camuflagem.
É um bom exemplo de animal que pode estar presente em águas rasas, mas só é encontrado por quem observa o fundo com muita atenção.
Peixe-soldado
Myripristis jacobus
Olhos grandes e corpo avermelhado denunciam um peixe adaptado a sair mais quando a luz diminui.
Peixe recifal que costuma permanecer perto de fendas e regiões sombreadas durante o dia.
O que comeZooplâncton e pequenos invertebrados
DefesaUsa espinhos e se refugia em cavidades do recife.
TamanhoAté cerca de 25 cm
CuriosidadeSeus olhos grandes ajudam na visão em condições de pouca luz.
Durante o dia pode ser encontrado protegido em cavidades, saindo mais à noite para se alimentar.
Caraúna
Acanthurus bahianus
Quase sempre em movimento, percorre o recife em busca das algas que formam seu alimento.
Peixe-cirurgião diurno frequentemente observado em grupos sobre os recifes.
O que comeAlgas e material vegetal sobre o substrato
DefesaTem espinhos móveis e afiados próximos à cauda.
TamanhoAté cerca de 35 cm
CuriosidadePode formar cardumes mistos com outros peixes herbívoros.
É um dos herbívoros mais visíveis do ambiente recifal e participa do controle do crescimento de algas.
Xira-branca
Haemulon aurolineatum
Cardumes dourados costumam se reunir junto aos paredões e cavidades do recife.
Os juvenis formam grupos numerosos perto de fendas e áreas protegidas.
O que comePequenos invertebrados e crustáceos
DefesaForma cardumes e se refugia rapidamente em cavidades do recife.
TamanhoAté cerca de 25 cm
CuriosidadeDurante o dia, grandes grupos podem permanecer quase imóveis junto ao recife.
A xira-branca pertence ao grupo dos roncadores e usa a estrutura do recife como abrigo.
Budião-zelinda
Scarus zelindae
Colorido e importante para o recife, passa o dia pastando algas sobre as formações coralíneas.
Espécie brasileira encontrada desde águas rasas até recifes mais profundos.
O que comeAlgas
DefesaUsa velocidade e as estruturas do recife como abrigo diante de ameaças.
TamanhoAté cerca de 45 cm
CuriosidadeSua coloração muda bastante ao longo da vida.
O budião-zelinda é endêmico do Brasil e sua alimentação ajuda a controlar o crescimento das algas.
Saramunete
Pseudupeneus maculatus
Dois pequenos barbilhões sob a boca funcionam como sensores para procurar comida no fundo.
Nada rente ao substrato e vasculha areia e recife em busca de alimento.
O que comePequenos crustáceos, vermes e outros invertebrados
DefesaFoge rapidamente e pode se esconder junto ao fundo ou às estruturas do recife.
TamanhoAté cerca de 30 cm
CuriosidadeOs dois barbilhões sob a boca são órgãos sensitivos.
É fácil reconhecê-lo quando procura alimento, tocando o substrato com os barbilhões.
Donzelinha
Stegastes variabilis
Pequena no tamanho, grande na atitude: defende com energia o pedacinho de recife onde vive.
Os juvenis são amarelos e pontilhados de azul; os adultos ficam mais escuros.
O que comePrincipalmente algas
DefesaÉ territorial e persegue intrusos que entram na área que defende.
TamanhoAté cerca de 13 cm
CuriosidadeA aparência muda muito entre a fase juvenil e a adulta.
Mantém pequenos territórios sobre o recife e pode perseguir peixes maiores que se aproximem demais.
Mariquita
Holocentrus adscensionis
Olhos grandes denunciam um peixe que prefere sair para se alimentar quando a luz diminui.
Durante o dia costuma permanecer próximo de tocas, fendas e áreas protegidas.
O que comePequenos crustáceos e outros invertebrados
DefesaPossui espinhos nas nadadeiras e busca proteção em fendas do recife.
TamanhoAté cerca de 30 cm
CuriosidadeOs grandes olhos são uma adaptação ao comportamento predominantemente noturno.
Jovens podem aparecer em pequenos grupos, enquanto adultos tendem a ser mais solitários.
Budião-brasileiro
Halichoeres brasiliensis
Um peixe brasileiro que costuma patrulhar o fundo arenoso ao redor dos recifes.
É endêmico do litoral brasileiro e pode ser visto em pares ou pequenos grupos.
O que comePequenos invertebrados encontrados no fundo
DefesaPode mergulhar rapidamente na areia para se esconder.
TamanhoAté cerca de 35 cm
CuriosidadeEssa espécie só ocorre naturalmente no litoral brasileiro.
Explora áreas arenosas e recifais em busca de pequenos animais.
Baúna-de-fogo
Lutjanus alexandrei
Um peixe avermelhado brasileiro que usa recifes e áreas costeiras ao longo da vida.
Pode ser visto durante o dia em águas rasas, sozinho ou em pequenos grupos.
O que comePequenos peixes, crustáceos e outros organismos
DefesaProcura abrigo em fendas e estruturas do recife.
TamanhoAté cerca de 25 cm
CuriosidadeÉ uma espécie endêmica do Brasil.
Indivíduos jovens podem utilizar ambientes costeiros protegidos antes de ocupar recifes.
Macaquinho
Ophioblennius trinitatis
Quase grudado no recife, desaparece numa toca em segundos quando percebe algum movimento.
Pequeno, territorial e bentônico, passa grande parte do tempo muito perto do fundo.
O que comeAlgas e pequenos organismos do substrato
DefesaEntra rapidamente em pequenas tocas e frestas.
TamanhoAté cerca de 12 cm
CuriosidadeÉ fácil não perceber sua presença por causa do hábito de permanecer junto às rochas.
Vive em contato constante com o fundo e usa pequenas cavidades como esconderijo.
Cirurgião-azul
Acanthurus coeruleus
Azul intenso quando adulto, é um dos peixes mais marcantes que podem cruzar o caminho de quem observa o recife.
Peixe herbívoro associado a recifes rasos, muitas vezes visto pastando algas sobre o substrato.
O que comePrincipalmente algas
DefesaPossui espinhos cortantes junto à cauda, usados como defesa.
TamanhoAté cerca de 35 cm
CuriosidadeOs jovens são amarelos e mudam gradualmente para azul conforme crescem.
É parente próximo dos outros peixes-cirurgião e participa do controle das algas no recife.
Borboleta-ocelado
Chaetodon ocellatus
Delicado e elegante, chama atenção pela mancha escura que parece um olho perto da nadadeira dorsal.
Peixe-borboleta associado a ambientes recifais do Atlântico tropical.
O que comePequenos invertebrados e organismos associados ao recife
DefesaA falsa mancha ocular pode confundir predadores; também se refugia rapidamente entre estruturas.
TamanhoAté cerca de 20 cm
CuriosidadeA mancha próxima à cauda funciona como um falso olho.
É uma das espécies de peixe-borboleta registradas na APA e pode ocorrer em áreas recifais rasas.
Paru-frade
Pomacanthus paru
Grande, escuro e elegante, costuma nadar próximo ao recife e pode aparecer aos pares.
Peixe-anjo de porte grande, associado a recifes tropicais.
O que comeEsponjas, algas, briozoários e outros organismos fixos
DefesaCorpo robusto, velocidade e abrigo entre estruturas do recife.
TamanhoPode chegar a cerca de 40 cm
CuriosidadeOs juvenis têm desenho preto e amarelo muito diferente dos adultos.
Os jovens podem atuar como peixes-limpadores, retirando pequenos organismos da pele de outros animais.
Baiacu-pinima
Sphoeroides spengleri
Pequeno e discreto, costuma ficar próximo ao fundo e pode inflar o corpo quando ameaçado.
Baiacu costeiro associado a recifes e águas muito rasas.
O que comePequenos invertebrados
DefesaInfla o corpo e possui toxinas naturais como defesa.
TamanhoAté cerca de 30 cm
CuriosidadeO formato arredondado aparece principalmente quando o animal se sente ameaçado.
É registrado na faixa de águas muito rasas da APA, compatível com ambientes costeiros acessíveis.
Talassoma
Thalassoma noronhanum
Rápido e colorido, atravessa o recife em movimentos constantes à procura de pequenos alimentos.
Pequeno budião bastante ativo, associado a recifes tropicais brasileiros.
O que comePequenos invertebrados e zooplâncton
DefesaFoge rapidamente e se abriga entre estruturas do recife.
TamanhoAté cerca de 15 cm
CuriosidadeÉ um peixe extremamente ativo e raramente permanece parado por muito tempo.
Sua movimentação constante faz dele um peixe divertido de acompanhar durante o mergulho.
Lagosta-vermelha
Panulirus argus
Durante o dia costuma permanecer escondida; à noite sai das frestas para procurar alimento.
Grande crustáceo típico de ambientes recifais do Nordeste.
O que comeMoluscos, pequenos crustáceos, vermes e matéria orgânica
DefesaCarapaça resistente, espinhos e longas antenas ajudam a afastar predadores.
TamanhoPode ultrapassar 40 cm de comprimento total
CuriosidadeNão possui grandes pinças como algumas lagostas de águas frias.
A lagosta-vermelha é um importante recurso pesqueiro do Nordeste e ocorre nos recifes da região.
Caranguejo-verde-listrado
Pachygrapsus transversus
Pequeno e ágil, corre pelas rochas e desaparece rapidamente nas frestas.
Caranguejo do entremarés observado em Tamandaré.
O que comeAlgas e diversos pequenos alimentos disponíveis no substrato
DefesaA principal defesa é a velocidade: corre e se esconde em frestas muito estreitas.
TamanhoPequeno, geralmente poucos centímetros
CuriosidadeConsegue se movimentar com facilidade até por superfícies quase verticais.
É um habitante comum de ambientes rochosos tropicais e há registro recente dentro da APA Costa dos Corais.
Camarão-limpador
Lysmata grabhami
Vive escondido em tocas das poças de maré e aparece entre as pedras na maré baixa.
Pequeno camarão de cores vibrantes, conhecido por retirar parasitas e resíduos do corpo de peixes nos recifes.
O que comeParasitas, restos de pele, pequenos organismos e matéria orgânica encontrados nos recifes e no corpo de peixes.
DefesaEsconde-se em fendas e cavidades do recife e usa suas longas antenas para perceber ameaças, recuando rapidamente para o abrigo.
TamanhoCerca de 5 a 6 cm de comprimento, podendo atingir aproximadamente 6 cm.
CuriosidadeÉ um “faxineiro” do recife: pode montar pequenas estações de limpeza, onde peixes se aproximam e permitem que ele retire parasitas e restos de pele de seus corpos.
Pode viver em pares ou pequenos grupos e sinaliza sua atividade de limpeza movimentando as longas antenas, atraindo peixes para perto de seu abrigo.
Caranguejo-do-recife
Mithraculus forceps
Pequeno e discreto, vive agarrado às estruturas do recife e passa facilmente despercebido.
Caranguejo da família Mithracidae registrado nos recifes da Praia dos Carneiros.
O que comeAlgas e pequenos organismos associados ao substrato
DefesaCamuflagem e permanência entre cavidades e estruturas do recife.
TamanhoPoucos centímetros
CuriosidadeSua abundância aumentou em levantamentos recentes realizados nos recifes de Carneiros.
É um pequeno crustáceo associado aos recifes costeiros, onde encontra alimento e proteção.
Polvo-do-recife
Octopus insularis
Mestre do disfarce, pode mudar rapidamente de cor e textura para praticamente desaparecer no recife.
Polvo tropical associado a ambientes recifais do Nordeste brasileiro.
O que comeCaranguejos, moluscos e outros pequenos animais
DefesaCamuflagem, mudança de textura, fuga rápida e liberação de tinta.
TamanhoBraços podem alcançar dezenas de centímetros; o tamanho varia bastante
CuriosidadeConsegue alterar cor e aparência da pele em poucos instantes.
É um animal inteligente e críptico, normalmente encontrado em tocas ou escondido entre estruturas do recife.
Estrela-do-Mar
Echinaster (Othilia) brasiliensis
Estrela-do-mar de coloração avermelhada, encontrada em ambientes recifais e áreas rochosas do litoral brasileiro.
O que comeAlimenta-se de pequenos invertebrados, organismos incrustantes, detritos e matéria orgânica encontrados sobre as rochas e recifes.
DefesaPossui espinhos na superfície do corpo e pode se esconder em fendas do recife para se proteger de predadores.
TamanhoAté cerca de 20 cm de diâmetro.
CuriosidadeConsegue regenerar braços perdidos e, em algumas espécies de estrelas-do-mar, até partes maiores do corpo.
Possui cinco braços alongados, superfície áspera e coloração que varia entre vermelho, laranja e tons amarronzados.
Move-se lentamente com centenas de pequenos pés ambulacrais localizados na parte inferior do corpo.
Tartaruga-de-pente
Eretmochelys imbricata
O bico estreito ajuda a alcançar alimento escondido entre pequenas frestas do recife.
Espécie fortemente associada a ambientes recifais e registrada em Tamandaré.
O que comePrincipalmente esponjas, além de outros organismos recifais
DefesaCasco resistente e excelente capacidade de natação.
TamanhoAdultos costumam ter casco próximo de 1 m
CuriosidadeSeu nome vem do formato do bico, parecido com o de uma ave de rapina.
A tartaruga-de-pente usa recifes para alimentação e a Costa dos Corais está entre as áreas importantes para a espécie.
Ouriço-do-mar
Echinometra lucunter
Entre pedras e cavidades, seus espinhos escuros são uma das presenças mais fáceis de notar na maré baixa.
Ouriço comum nos recifes rasos e poças de maré da Costa dos Corais.
O que comeAlgas e material orgânico raspado do substrato
DefesaEspinhos longos e pontiagudos desencorajam predadores.
TamanhoPode atingir cerca de 15 cm considerando o conjunto de espinhos
CuriosidadeMuitos indivíduos escavam ou ampliam pequenas cavidades onde permanecem protegidos.
É uma espécie muito característica dos recifes emersos e foi registrada em levantamentos científicos da APA.
Pepino-do-mar
Holothuria grisea
Quase imóvel sobre o fundo, recicla matéria orgânica enquanto engole e processa o sedimento.
Equinodermo de corpo alongado associado a ambientes recifais rasos.
O que comeMatéria orgânica presente no sedimento
DefesaPode liberar substâncias defensivas e partes internas em situações extremas de ameaça.
TamanhoPode alcançar algumas dezenas de centímetros
CuriosidadeAjuda a reciclar nutrientes ao processar o sedimento do fundo.
Pepinos-do-mar exercem papel importante na reciclagem de matéria orgânica dos ambientes costeiros.